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Monday, February 8, 2010

"A Falha"


Numa exposição de obras de arte,
havia um quadro de um pintor muito famoso na região.

Era uma obra impressionante
pela beleza dos desenhos e perfeição da luminosidade das cores.

Mostrava uma senhora em trajes muito pobres , batendo à porta de uma linda mansão, impressa em meio a bosques, céu azul e montanhas ao fundo.

Houve muitos elogios e admiração por aquela obra até que um dos presentes percebeu uma falha no quadro: a porta não tinha fechadura, e, chamando o Curador, apontou a terrível falha naquela obra de arte.

O Curador então, com um leve sorriso nos lábios, disse:

-É assim
mesmo. Essa é porta do coração. Só se abre por dentro.


Moral da estória:

"Ninguém conseguirá abrir a porta do nosso coração se nós mesmos não o fizermos antes".


A todos que têm seus corações abertos à amizade, ao amor, à harmonia, à paz, à justiça...


Em Tempo

Desde ontem estou triste, descrente, revoltada, indignada e mais alguma coisa...

ao tomar conhecimento do que o "destino"(????) é capaz de aprontar a algumas pessoas,

como "aprontou" para esse menino . ( veja )


Um beijo e uma boa semana (de coração aberto) para todos os amigos que passam por aqui.

Lau


Fonte:Do livro Parábolas Eternas (página 11)

Foto: The key to my heart, by Candy Torres.Creative.ly

Wednesday, December 2, 2009

Justiça+ Esperança= Verdade

Conta uma estória da Idade Média que um homem muito correto foi injustamente acusado por um crime de assassinato. Na verdade, o assassino era uma pessoa influente e encontraram no pobre homem, um bode expiatório para ser julgado, cuja pena seria a forca.
Tudo estava tramado e, no dia do julgamento,diante de uma grande plateia,o juiz cinicamente fez uma proposta ao acusado:

- Sou um homem justo e religioso e, por isso, deixarei a sorte nas mãos de Deus. Vou escrever num pedaço de papel a palavra "CULPADO" e, em outro pedaço, a palavra "INOCENTE". Você escolherá um dos papéis e Deus decidirá o seu destino.

Sem que o acusado percebesse, o juiz escreveu nos dois papéis a palavra "CULPADO" e os colocou sobre um mesa, mandando o acusado escolher.

O pobre homem pensou alguns segundos, aproximou-se da mesa e, num gesto rápido, pegou um dos papéis levando-o à boca e engolindo-o.

Todos os presentes reagiram surpresos e indignados com aquela atitude. O juiz colérico perguntou:

- Mas o que você fez ? E agora? Como vamos saber o veredicto?

-É muito fácil - respondeu o homem.

- Basta abrir o outro papel que sobrou e saberemos que o pedaço que escolhi tem a outra palavra. E imediatamente o homem foi posto em liberdade.
Moral da história:

"Quando temos a verdade, não importa como, a justiça sempre prevalece".

Quer dizer...nem sempre.(L.M.)


E.T. Minha inspiração para compartilhar essa parábola com os amigos que passam por aqui veio em razão de uma declaração que li do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres de Britto:
"Os juízes precisam ler mais poesia, romances e jornais para entender mais a realidade da sociedade", disse Britto no evento, que reúne mais de 700 magistrados do Brasil e de outros países".

E eu acrescentaria: "idem, idem, parábolas" Meritíssimo Juiz.
Um beijo

Lau


Fonte: Livro Parábolas Eternas, página 9.
Declaração do Sr. Ministro: portal G1.
Ilustração : by Flickyr