Saturday, April 9, 2016

Caí em meu patético período de desligamento ... E mais Flashbacks...

                                                         Arte de Marcos Chin


"Caí em meu patético período de desligamento.Muitas vezes,diante de seres humanos bons e maus igualmente,meus sentidos simplesmente se desligam,se cansam, eu desisto.Sou educado.Balanço a cabeça.Finjo entender, porque não quero magoar ninguém.Este é o único ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas.Tentando ser bom com os outros,muitas vezes tenho a alma reduzida a uma espécie de pasta espiritual.Deixa pra lá. Meu cérebro se tranca. Eu escuto.Eu respondo. E eles são broncos demais para perceber que não estou mais ali."

(Charles Bukowski) link)




  Disclaimer
A arte de desligar-se deve ser aprimorada a cada dia.Na Universidade de Wisconsin, vários pesquisadores descobriram que existem certas células nervosas que costumam se desligar por breves lapsos de tempo,durante o transcurso de atividades que não precisem da sua ação.

Meu pai me ensinou que quando nos encontramos em situações inevitáveis de chatice, por exemplo,devemos fazer as malinhas mentalmente e viajar,sem sair do lugar.Hoje em dia,então,é bem comum encontrar pessoas invasivas,desrespeitosas,insistentes e muuuuito chatas,portanto,dar uma trancadinha no cérebro é uma saída à francesa.

Se Eisntein ponderava sobre os enigmas do universo acariciando um gatinho no colo,por que não podemos mentalizar uma cena dessas?Todos nós devemos estar alertas e criar mecanismos de defesa para essas situações.

Permita-se desligar."Birds do it",cantarolava Cole Porter.
Cante mentalmente,inspire,respire fundo como os médicos costumam nos pedir.
E desligue-se,turn off
Essas pessoas,como diz  Buckowski,são tão broncas que nem vão se mancar que não estamos nem aí pra elas.

Uma boa semana para os amigos que me leem.
Bom domingo de abril !!

Um beijo

Lau

 Os flashbacks,gentilmente classificados de populares pelo Google,estão a seguir: 

1- 2- 3- 4-(recorde) 5- 6- 7
(clique sobre os números)



Imagem by Marcos Chin

Wednesday, April 6, 2016

Você é assim... E mais flashbacks...

Imagem com licença poética

"Você é assim 
Um sonho pra mim 
Quero te encher de beijos

Seus olhos meu clarão 
Me guiam dentro da escuridão 
Seus pés me abrem o caminho 
Eu sigo e nunca me sinto só...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo

O meu melhor amigo é o meu amor".




Disclaimer
O filósofo italiano Mauro Maldonato diz que para quem não sabe sonhar e ter esperança,o tempo pode ser um estorvo:pode tiranizar.O filósofo refere-se ao tempo que só é sentido pelas pessoas nas mudanças capazes de tirar o equilíbrio. 

"Tenho em mim todos os sonhos do mundo", já dizia o poeta Pessoa.Eu também. E gosto não só de sonhar.Gosto demais,demais da canção "Velha Infância",não só por seu aspecto lúdico.É uma canção romântica.No último excerto que colhi,então,os autores foram de uma felicidade ímpar,quando traduzem o sentimento que "deveria" ultrapassar todas as barreiras do tempo,de mover o mundo;
 o melhor e maior sentimento:
o amor. 

Eu utilizei o verbo no condicional porque o que se vê,no presente,é uma corrente de ódio,indiferença,ironias,preconceitos,intolerância e "perseguições" (políticas ou pessoais).

Torçamos para "que todos os dias sejam dias do amor",parafraseando Carlos Drummond de Andrade.

E toda essa introdução foi para relembrar um post (flashback) que o Google "classifica" de popular,muito acessado no meu blog,o que muito agradeço.

E ele está aqui. (link)

                                                                         
 Obrigada aos amigos leitores que me prestigiam 
nesse ano de mais um niver(7) do Renascendo
Um beijo
Lau





Imagem sem menção de autor, infelizmente, e que ,felizmente,ganhei de uma pessoa amiga.
Sobre os Tribalistas clique aqui.(link)

Monday, April 4, 2016

Acontece Em Abril, Redescobrimos O Azul Correto... E + Flashbacks.

 Imagem com licença poética


Acontece em abril, nessa curva do mês que descamba para a segunda metade.Os boletins meteorológicos não se lembraram de anunciá-lo em linguagem especial.Nenhuma autoridade munida de organismo publicitário, tirou partido do acontecimento. Discretos, silenciosos,chegaram os dias lindos.

E aboliram,sem providências drásticas,o estatuto do calor.A temperatura ficou amena, conduzindo à revisão do vestuário.Protege-se um tudo-nada o corpo, que vivia por aí exposto e suado, bufando contra os excessos da natureza. Sob esse mínimo de agasalho, a pele contente recebe a visita dos dias lindos.

A cor. Redescobrimos o azul correto,o azul azul, que há meses se despedaçara em manchas cinzentas no branco sujo do espaço.O azul reconstituiu-se na luz filtrada, decantada, que lava também os matizes empobrecidos das coisas naturais e das fabricadas. A cor é mais cor, na pureza deste ar que ousa desafiar os vapores, emanações e fuligens da era tecnológica. E o raio de sol benevolente, pousando no objeto, tem alguma coisa de carícia.

O ar. Ficou mais leve, ou nós é que nos tornamos menos pesadões,movendo-nos com desembaraço, quando, antes, andar era uma tarefa dividida entre o sacrifício e o tédio? Tornou-se quase voluptuoso andar pelo gosto de andar, captando os sinais inconfundíveis da presença dos dias lindos.

Foi certamente num dia como estes que Cecília Meireles escreveu: “A doçura maior da vida flui na luz do sol,quando se está em silêncio”.Porque a primeira consequência da combinação de azul e leveza de ar é o sossego que baixa sobre nosso estoque de problemas. Eles não deixam de existir. Mas fica mais fácil carregá-los.

Então,é preciso fazer justiça aos dias lindos,oferecer-lhes nossa gratidão.Será egoísmo curti-los na moita, deixando de comentar com os amigos e até com desconhecidos que por acaso ainda não perceberam o raro presente de abril: “Repare como o dia está lindo”. Não precisa botar ênfase na exclamação.Pode até fazê-la baixinho, como quem transmite boato e não deseja comprometer-se com a segurança nacional.Mesmo assim, a afirmação pega. Não só o dia fica mais lindo, como também o ouvinte, quem sabe se distraído ou de lenta percepção sensorial, ganha a chance de descobri-lo igualmente. Descobre e passa adiante a informação.

A reação em cadeia pode contribuir para amenizar um tanto o que eu chamo de desconcerto do mundo. De onde se conclui: deixar de lado, mesmo por instantes, o peso dos acontecimentos mundiais trágicos, esmagadores, para degustar a finura da atmosfera e a limpidez das imagens recortadas na luz, é um passo dado para reduzir o desconcerto, na medida em que a boa disposição de espírito de cada um pode servir de prefácio, ou rascunho de prefácio,à pacificação, ou relativa pacificação,dos povos e seus dominadores. Em vez de alienação, portanto, o prazer dos dias lindos é terapia indireta.

Pode ser que o desconhecido lhe responda com um palavrão,desses em moda na sociedade mais fina.Não faz mal.Não se ofenda.Ele descarregou sobre a sua observação amical o azedume que ameaçava corroê-lo no íntimo. 

Livre desse fel, talvez se habilite a olhar também para o céu.De qualquer modo foi avisado. Já sabe o que estava perdendo: a consciência de que certos dias de abril e maio são mais lindos do que os outros dias em geral,e nos integram num conjunto harmonioso, em que somos ao mesmo tempo ar, luz, suavidade e gente.

     (Excerto da crônica "Os Dias Lindos", de Carlos Drummond de Andrade)



Mais "flashbacks":

 Em contraponto aos dias lindos de abril,eis,abaixo,um post muito "popular",segundo o Google,(6 x lido na semana q passou) ,de 27/8/2010,que não me lembra dias tão lindos.Por que será que Deus permite que as mães vão-se embora? Pergunta que não sei responder,Drummond. 

Epitáfio : Minha Mãe Luarizou-se (link)
                                                                                                                                                                    

Uma boa semana aos amigos que me leem.

Um beijo
Lau





Fonte: Crônica "Os Dias Lindos",de Carlos Drummond de Andrade, publicada no Jornal do Brasil, no final dos anos 1970.) (do livro "Os Dias Lindos" - CDA -Companhia das Letras)

Imagem by @benelephants

Sunday, April 3, 2016

Mês De Aniversário do Renascendo = "Flashbacks" .


Olá amigos,neste mês,no dia 13,o Renascendo completa 7 anos de existência.Eu pretendia começar o mês de abril com esses flashbacks que, incentivadoramente e delicadamente,o Google chama de "populares",muito procurados,lidos,clicados.O que muito nos alegra,quando são lidos por pessoas normais,amigas e sociáveis,lógico.

Mas ...infelizmente, a vida vive pregando peças em TODOS.Aconteceu uma tragédia com um amigo,mudei o curso,prestei minha homenagem (sincera e sentida) ao anjinho que foi para o céu no dia 1°. 

Passados os 3 dias,começo hoje a republicar os  ditos "posts populares" em homenagem ao meu bloguezinho.
Um beijo.
Bom domingo!




Um Baita Tombo

Publicado em 2010 (lá se vão 6 ,seis anos)




Se fosse Emerson convidaria vocês para viver nos bosques.
Se fosse Thoureau , para a desobediência civil.
Que tal dar uma volta de bicicleta?


Juro a vocês, meus amigos, que as frases acima fariam parte do lead de um texto que escreveria sobre "pedalar", o que adoro e costumo fazer sempre, principalmente, aos sábados. Mas o enfoque do texto foi mudado. "Teve que"... e de maneira drástica.

O último sábado ensolarado no Rio de Janeiro prometia ser um dia bem agradável, a começar pela minha rotina de pedaladas. Mas quando dizem que nem tudo são flores, devemos acreditar piamente, imprimir a frase em letras garrafais e colocá-la na porta da geladeira, como tela de descanso no computador ou até mesmo numa bicicleta, que se tornou a vilã da desagradável situação que vivi e que conto agora para os meus amigos.

Inconsequentemente,no sábado passado, resolvi descer uma rua em acentuado declive pilotando minha ex-amiga magrela. Só que seu sistema de freios falhou.E esse foi o motivo para protagonizar uma bela e perigosa vídeo cassetada.


Não desejo nem aos nossos maus políticos o que passei ao tentar parar minha bicicleta,que insistia em não obedecer meu comando. O desespero em tentar controlar a bike e o fato de não alcançar êxito na minha empreitada me fez capaz de uma proeza digna de um prêmio: "a anta do ano".

E explico o motivo da premiação.Ao tentar saltar da bicicleta, meu corpo aliou-se à empolgação em que ela descia e tomou um impulso tão forte,mas tão forte, que me levou a permanecer no ar por alguns instantes ... e catapóft! esborrachei-me no chão.


(foto capturada na internet para ilustrar o momento de um tombo de bike)



O momento de um tombo, ou de um baita tombo, melhor dizendo, nos traz as mais variadas sensações. Ora indescritíveis ora descritíveis. Passa um filminho à nossa frente. Você não quer acreditar no que está acontecendo. Vem uma tristeza, [ainda continua...snif], uma mágoa, além de um sentimento de impotência e de abandono tão grandes, que nem Freud conseguiria explicar o porquê disso tudo.

Como se não bastassem esses sentimentos, surgem a vergonha e a vontade de morrer. E eu, por milési...mos (sem trocadilho) de segundos,nesse último sábado, morri.

Como a cena foi presenciada por vááááárias pessoas,a vergonha e a vontade/medo de morrer aumentavam à medida em que ouvia: "não toque nela, é perigoso";"shiiii... tombos assim dão hemorragia interna"; "deve ter quebrado o braço, a perna"... coitada" ;" é... do jeito que ela voou da bike...". E a vítima ali, jogada ao chão, tal como um pepino massacrado em final de feira. O pepino entrou na história porque eu estava vestida na cor verde.

E nesse momento em que fui guardada, fitada pelas pessoas, momento literalmente doloroso, percebi o quanto o carioca está antenado em primeiros socorros... Como dão palpites e fazem diagnósticos. Percebi também que além desse dom e da solidariedade, espetacular por sinal, as pessoas, em geral, têm um lado curioso muuuito aguçado. Exageradamente, eu diria.

Mas a hora não era de questionamentos, imaginem. A única vontade que tinha era de sair correndo, me esconder de tanta vergonha. E foi nesse exato momento que percebi que estava lúcida, mas não conseguia me movimentar.E,então,levei à frente minha morte aparente, brincando de morto-vivo, com ligeiras adaptações.

E a brincadeira funcionou mais ou menos assim : quando alguém se aproximava, me olhava ,eu fechava os olhos.Quando se afastava eu abria. Continuei assim por um bom tempo e só abri meus olhos definitivamente quando chegou o socorro médico.

Graças a Deus, depois de passar por duas clínicas, já estou em casa desde o dia do acidente e sem fratura alguma. Mas ainda muuuuuito dolorida, em razão de uma forte contusão óssea e uma senhora contratura muscular na região do quadril. Além de não poder me movimentar, estou com váááááááários :) arranhões e escoriações,algumas tatuagens de hematomas arco-íris,e 3 pontinhos no pulso esquerdo.

Certa vez, uma amiga blogueira me disse que tudo que acontece comigo rende um post. E esse acontecimento,INÉDITO nas minhas horaspedaladas,não poderia ser diferente.

Lá estou aqui contando a minha triste aventura de um ensolarado sábado. Mas por pouco, muito pouco, não estaria. E não estou fazendo drama. A minha sorte, palavra usada pelo Dr. Alberto, socorrista super amável, foi estar usando meu capacete. Do contrário, poderia estar com ferimentos mais graves ou até chegar ao óbito (médicos usam essa expressão com uma facilidaaade).

Passei esses últimos quatro dias muito triste. Triste por ter dado esse susto à minha família e atrapalhado um final de semana, que é sempre tão esperado na vida de quem trabalha. Refleti muito sobre o que me aconteceu e sobre a minha imprudência.

Como diz a escritora Lya Luft, "viver é cada dia se repensar: feliz, infeliz, vitorioso, derrotado, audacioso ou com tanta pena de si mesmo". Assino embaixo essa pena, pois vocês nem imaginam o que tenho ouvido, de broncas e gozação, em razão do trágico e inconsequente momento que vivi.

Meu filho mais velho, por exemplo, que é muito espirituoso (além da conta) e tem sempre uma frase carinhosa na ponta da língua, me veio com uma história "de que quando a idade mental não condiz com a idade cronológica, o jeito é "tombar"mesmo".

Fique encafifada ao pensar no sentido literal do verbo. [rs] Me senti um prédio histórico todo derrubadinho, aliás, tal como fiquei no meu "baita tombo".

Mas hoje estou mais animadinha por voltar ao convívio de vocês, mesmo que lentamente.


Beijos doloridos para os amigos que passam por aqui e deixam aqueeeeles comentários inteligentes e carinhosos.


Lau Milesi


"Se pedalar use capacete".

Um super beijo para os amigos que me enviaram e-mails me dando aquela força.


Imagens: Bike and flowers, by Pixdaus
A
cidente, captada no Web


Lau Milesi

Friday, April 1, 2016

Amar E Viver São Verbos Sem Pretérito


Uma vez tendo amado nunca mais se deixa de amar. 
Amar e viver são verbos sem pretérito. 
Não perdemos nunca os que amamos. 
O amor está para além dessa contabilidade.




(À  uma nova estrelinha (linda) no céu,filha de um amigo que a descreveu como se tivesse vivido 80 anos em apenas oito.Que siga em paz sua nova trajetória. ♥ )



Disclaimer
 "Deus nos dá pessoas e coisas,para aprendermos a alegria...Depois,retoma coisas e pessoas para ver se já somos capazes da alegria sozinhos...Essa... a alegria que ele quer",diz Guimarães Rosa em Grande Sertão:Veredas. 
Me sinto uma analfabeta espiritual quando o assunto é perda.Não sei lidar com a morte.Não gosto dela,acho-a má,covarde e oportunista.E quando se trata de criança,então,aí mesmo é que não absorvo de jeito algum.Cada vez que uma criança vai pro céu,o mundo fica mais cruel,feio e burro.

 Boa noite
Lau








Sobre a "gripe" que vem se propagando no mundo,clique aqui.
Sobre Guimarães Rosa clique aqui.

Imagem captada da página do Instagram do escritor Mia Couto. 

Tuesday, March 29, 2016

Da Série Alimentando Meu Blog Diariamente VII

                                                                        (Lagoa Rodrigo de Freitas)

 "Difícil fotografar o silêncio"
                                                              
                                                (Manoel de Barros) (link)



 
(clique)



Bom dia aos amigos que me leem
 Lau

  

Imagem com direit@s autorais feita há poucos minutos .

Saturday, March 26, 2016

O símbolo da Páscoa eterniza!! Amanhã é infinito.


"Comprem chocolate à criança a quem sucedi por erro
E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito".


Disclaimer

Desejo aos amigos que me leem uma Páscoa feliz e achocolotada,seja com balinhas, docinhos,bombons ou barrinhas de chocolate,pois o preço do famoso "ovo de Páscoa" tá surreal. 

Que tenhamos uma Páscoa com paz e adocicada,mesmo que seja com um chocolate amargo link que,por sinal,dizem que faz bem ao coração.

Eu disse chocolate amargo,não em companhia de pessoas amargas,sem coração,más, falsas,dissimuladas,stalkers de carteirinha,que não respeitam crianças,nem idosos que não podem mais comemorar a Páscoa entre nós porque já partiram para o céu,a exemplo de meus pais e do amigo blogueiro,o Poeta de POA, o Papai Noel dos Pampas, o Antonio Campos.

Páscoa é renascimento,é investir na fraternidade,lutar por um mundo mais solidário.

Que o coelhinho,então,possa levar ra-pi-di-nho todas essas pessoas dissimuladas,más, desrespeitosas,nocivas e insistentes para bem lon-ge,e bote-as para plantar canela,cactus, arruda, batata,banana,cenoura etcéteraetal.

E o coelhinho é capaz de realizar essa tarefa,sabiam? E com louvor.O coelho é um animal que se reproduz com uma velocidade es-ton-te-an-te.Ele é uma "ode à família",uma "declaração de amor" que a natureza faz todos os dias.Nasce,renasce e segue renascendo (sem trocadilho). 

Verdade esta que com a passagem do tempo constatamos.Renascemos a cada dia nos nossos filhos,nos nossos amigos verdadeiros,nos nossos netos.

Falo por mim,que vivo "Rerenascendo" nos meus filhos e netinhos amigos,alegres, amorosos,inteligentes,e super antenados.

E acredito que os amigos tenham também esse sentimento através de suas respectivas famílias e de seus amigos. 
Alguém já disse que a "vida se eterniza na prole". 
 Eternizados estaremos. 

Feliz Páscoa!
 Um beijo
Lau ♥



O soundtrack está aqui.
                                                                   

        
                                                    

Fonte: Fernando Pessoa -o livro das citações -José Paulo Cavalcanti Filho.

Imagem:um mosaico de fotos, com direitos autorais (link)  feito no Picasa  by euzinha,Lau.

Aqui tem mais sobre a Páscoa no Renascendo. E aqui também.